Dia 3 de dezembro, os alunos do 10.º ano das turmas A e B tiveram uma aula de campo no Parque Natural Sintra-Cascais, no âmbito da disciplina de Biologia e Geologia. A visita foi orientada pelo professor Nuno Leal do “Departamento de Ciências da Terra da Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa”.
Turma 10.ºATurma 10.ºB
A visita teve como objetivos a observação e interpretação dos diversos aspetos geológicos no campo, num ecossistema litoral, salientando, também, a importância de se conhecer o património local e de conservar o ambiente.
A aprendizagem fora de sala proporcionou aos alunos a possibilidade de consolidar conhecimentos e partilhar momentos de convívio agradáveis, tendo como pano de fundo o oceano.
Os alunos da turma do 11.º L do curso profissional de Saúde, durante o mês de novembro, estudaram o sistema urinário na disciplina de Saúde.
Construíram livros dinâmicos utilizando pop-up, técnica que nos transporta para os livros da nossa infância com imagens a saltarem das páginas, janelas a abrir e fechar… e do “Era uma vez”. Através da engenharia do papel pode-se contar histórias promovendo a aprendizagem de uma forma mais criativa e divertida.
Os alunos estiveram empenhados nesta abordagem de aprendizagem que aliou o conhecimento científico à arte de uma forma didática.
As turmas do 10.º D e F e 11.º B e G participaram no projeto Girls Go Circular, que decorreu no âmbito de uma parceria entre a JA Europe e o Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT).
O projeto Girls Go Circular tem como principal missão reduzir as desigualdades de género relativas à tecnologia digital e ao empreendedorismo, apoiando a Ação 13 (incentivar a participação das mulheres nas áreas CTEM – ciências tecnologia, engenharia e matemática) do Plano de Ação para a Educação Digital da Comissão Europeia.
A iniciativa desenvolveu-se numa plataforma de aprendizagem online, conhecida como “Circular Learning Space”, permitindo que os estudantes escolhessem entre diversos módulos de aprendizagem sobre vários tópicos, como por exemplo: resíduos eletrónicos, alterações climáticas, alimentação, robótica, entre outros. Esses módulos assentam numa abordagem de aprendizagem prática, que possibilita a transmissão de conhecimentos e competências através de uma estrutura interativa baseada na apresentação de desafios.
Três elementos da equipa da JAP vieram à escola e implementaram o programa, no auditório durante a Semana dos Direitos Humanos.
Por fim, foi desenvolvida uma competição em Kahoot com perguntas sobre as temáticas aprendidas na sessão.
O 1.º, 2.º e 3º lugares da competição tiveram, cada um, direito a um prémio de vale Fnac no valor de 20€.
No Largo Trindade Coelho, em Lisboa, deparamo-nos com a imponente e austera fachada da Igreja e Museu de S. Roque.
Na entrada, os alunos ocuparam um espaço amplo, de estrutura maneirista, mas é na combinação do mármore, da talha dourada, das telas e dos painéis de azulejo que os olhos curiosos encontram o ambiente cénico compatível com o estudo feito sobre Vieira e o “Sermão de Stº António aos Peixes”.
Para o André Correia, da turma C, “a ajuda da guia permitiu entrar na sociedade de Vieira, em termos de contexto histórico, de uma forma tão impactante que não é percetível ao comum visitante”.
Ver os impressionantes relicários, a igreja, a história, a arquitetura “é, sem dúvida, uma oportunidade muito positiva de aprender, que não é possível percecionar nos bancos da escola” Ana Tomaz 11.º G.
Cinco alunos da turma F do 10.º ano, Beatriz Jesus, Inês Pires, Raquel Gomes, Sofia Ribeiro e Tiago Rodrigues participaram no Innovation Camp, promovido pela Junior Achievement Portugal, em parceria com o Banco Montepio.
Numa experiência online de aprendizagem intensiva de 2 dias, que combinou momentos de aprendizagem teórica, prática, mentoria e outras dinâmicas, pretendeu-se dar aos alunos do ensino secundário ferramentas para desenharem projetos que respondam a problemas identificados na comunidade e que tenham impacto positivo. Nesta edição participaram 9 escolas, pertencentes a 8 distritos, que trabalharam para identificar problemas na sua comunidade e criar soluções inovadoras e sustentáveis, com o suporte de 18 Mentores do Banco Montepio.
O grupo de alunos indicou um problema identificado na comunidade, enquadrado em, pelo menos, um dos objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Neste caso concreto, o grupo desenvolveu um projeto integrado no tema do PAA, relacionado com a limpeza do mar e das praias de Cascais.
No final, a equipa teve oportunidade de apresentar o seu projeto a um painel de júri.
No final, os alunos afirmaram que a experiência de trabalhar com colegas de outros distritos foi muito enriquecedora e os consultores da JAP ficaram muito agradados com o empenho dos alunos:
“O vosso empenho e a vossa dedicação foram fundamentais para o sucesso desta iniciativa. Estão todos de parabéns!”
A turma 11ºC realizou um debate sobre as Tecnologias e a Educação, uma proposta da Rede de Bibliotecas Escolares, com o objetivo de facilitar a mobilização dos alunos, atividade dinamizada pelas professoras Ana Escudeiro e Ana Baptista.
Como viveram uma pandemia, os alunos focaram o tema das Tecnologias na Educação em 3 fases diferentes: durante a pandemia, momento atual e futuro, visto que a pandemia foi uma experiência de autoaprendizagem.
Todos os alunos referem ter usado os meios tecnológicos para manter o contacto social e atualmente pensam que o ensino à distância os aproximou dos professores.
Os alunos ficaram espantados com a capacidade argumentativa, organização (o debate foi moderado pelos alunos André Correia e Filipe Alves), participação e respeito demonstrados, mesmo tendo opiniões diferentes.
Apesar de a escola estar mais tecnológica, poderia ser ainda mais, por exemplo com a utilização de tablets em vez de papel.
Ficou claro que o papel do professor nunca poderá ser substituído a 100% e que os presentes preferem um sistema educacional mais atual (com base noutros sistemas educacionais europeus, em que as aulas são mais interativas e os trabalhos de projeto são um meio de aprendizagem comum.
Na verdade, a presença do professor em sala de aula revela-se insubstituível, pois nem todos os alunos têm o mesmo ritmo de aprendizagem e os robots não têm a componente humana (carinho e emoções).
No final da sessão, os alunos decidiram dinamizar mais uma sessão, intitulada “Energias do Futuro”, prevista para a Semana dos Direitos Humanos, no auditório.
No passado mês de dezembro, os coordenadores do projeto Leituras sem Fronteiras envolveram os alunos do 11.º ano numa sessão pública em atividades de partilha de discursos, “Direito à Palavra”, envolvendo as turmas 11.º A, B, C e G, leituras que resultaram do estudo da obra de Padre António Vieira.
A sessão resultou de um trabalho interdisciplinar entre as disciplinas de Português e de Filosofia, nomeadamente com as professoras Dulce Mestre e Manuela Duarte. Doze alunos, escolhidos pelos colegas de turma, discursaram sobre os temas: Impactos da pandemia na Educação, Educação de Qualidade, Inteligência Artificial, Trabalho Infantil, Saúde Mental, Redes Sociais, Orientação e diversidade sexual, Meio Ambiente e Sustentabilidade e Aquecimento Global.
Com este projeto, pretende-se o desenvolvimento de atividades que estimulem e reforcem hábitos de leitura de textos literários, enquanto forma de o leitor “viajar”, “conhecer”, “refletir”, “questionar-se”, “relacionar-se” e “posicionar-se” perante os outros em diferentes temas, contextos e épocas, desenvolvendo, assim, nomeadamente, competências no âmbito da educação literária, da expressão oral e escrita.
A sessão esteve igualmente aberta à comunidade, nomeadamente, aos pais/EE.
Ficam alguns registos dos alunos envolvidos:
“Participar na sessão e partilhar o meu discurso sobre saúde mental com os meus colegas e professores e ter a oportunidade de praticar o poder de discursar foi uma experiência muito enriquecedora. Agradeço aos professores e aos meus colegas pela experiência.”
Ana Sofia, 11.º C
“Será interessante continuarmos a realizar este tipo de atividades inter-turmas porque desenvolve as aprendizagens de quem vai discursar e também de quem assiste”
Ana Tita, 11.º B
“Esta atividade gerou um bom momento de partilha de pontos de vista e soluções sobre assuntos da nossa atualidade, ampliando os nossos conhecimentos e incentivando a uma participação ativa na resolução dos mesmos”
Durante o mês de novembro foram realizadas, pelo projeto PréVio, várias atividades de prevenção e sensibilização da violência em meio escolar: ações de sensibilização sobre bullying, com a Escola Segura e a animadora sociocultural, para alunos de 5.º ano, a construção da Árvore dos Afetos, que contou com a colaboração de vários professoras de 1.º ciclo do agrupamento, técnicos e as colaboradoras da ludoteca da Afonso do Paço, uma sessão informativa para encarregados de educação sobre Parentalidade Digital orientada pela Internet Segura e, por fim, a intervenção artística do 12.º G com orientação da professora São Saúde a propósito do Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres.
Intervenção ArtisticaIntervenção ArtisticaIntervenção ArtisticaÁrvore dos Afetos – Escola Básica do Afonso do PaçoÁrvore dos Afetos – Escola Básica do MurtalÁrvore dos Afetos – Escola Básica de Santo AntónioParentalidade Digital
No passado dia 30 de novembro decorreu uma sessão presencial dinamizada pelas professoras Aurora Fernandes e Ana Fontainhas sobre a ferramenta digital Plickers.
A sessão foi dirigida aos professores do Agrupamento e desenrolou-se em três momentos:
– demonstração das potencialidades do Plickers com aplicação de um questionário aos professores;
– instalação da App no telemóvel e criação de turmas/questionários em simultâneo com os participantes, com recurso aos computadores disponíveis;
– análise e recolha dos resultados em tempo real, através dos relatórios e Scoresheets disponíveis na aplicação.
A participação/envolvimento de todos foi uma constante, a dinâmica tornou-se interativa e o retorno dos participantes foi entusiástico, tendo estes manifestado vontade de aplicar as aprendizagens com as suas turmas.
No sentido de acompanhar/orientar o trabalho a consolidar por cada um foi, ainda, partilhado o tutorial Genially construído para a sessão, com o procedimento, passo a passo, disponível no classroom “AEP: Apoio ao Plano de Desenvolvimento Digital – PADDE“.
No dia 16 de novembro, a turma do 9°F, da Escola St António, teve o privilégio de contactar com uma arte marcial, o Taekwondo.
A modalidade foi desenvolvida pelo instrutor do CNG, Pedro Valentim, durante a aula de Educação Física. Proporcionou aos alunos novos conhecimentos, como as regras impostas pela própria modalidade e as suas técnicas de combate.
Taekwondo é uma arte marcial sul-coreana, de combate sem armas para defesa pessoal, envolvendo destreza no uso das mãos e punhos, de pontapés voadores, de esquivas e intercepções de golpes com as mãos, braços ou pés.
Uma aula muito divertida e com muito empenho por parte dos alunos.