Visita de Estudo ao Parque Natural Sintra-Cascais

Autores: Cristina Jesus e Isabel Ribeiro

Dia 3 de dezembro, os alunos do 10.º ano das turmas A e B tiveram uma aula de campo no Parque Natural Sintra-Cascais, no âmbito da disciplina de Biologia e Geologia. A visita foi orientada pelo professor Nuno Leal do “Departamento de Ciências da Terra da Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa”.

A visita teve como objetivos a observação e interpretação dos diversos aspetos geológicos no campo, num ecossistema litoral, salientando, também, a importância de se conhecer o património local e de conservar o ambiente.

A aprendizagem fora de sala proporcionou aos alunos a possibilidade de consolidar conhecimentos e partilhar momentos de convívio agradáveis, tendo como pano de fundo o oceano.

Pop-up e o “Era uma vez”…

Os alunos da turma do 11.º L do curso profissional de Saúde, durante o mês de novembro, estudaram o sistema urinário na disciplina de Saúde.

Construíram livros dinâmicos utilizando pop-up, técnica que nos transporta para os livros da nossa infância com imagens a saltarem das páginas, janelas a abrir e fechar… e do “Era uma vez”. Através da engenharia do papel pode-se contar histórias promovendo a aprendizagem de uma forma mais criativa e divertida.

Os alunos estiveram empenhados nesta abordagem de aprendizagem que aliou o conhecimento científico à arte de uma forma didática.

Girls Go Circular

Autores: Ana Baptista e Manuel Baptista. 

As turmas do 10.º D e F e 11.º B e G participaram no projeto Girls Go Circular, que decorreu no âmbito de uma parceria entre a JA Europe e o Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT).

O projeto Girls Go Circular tem como principal missão reduzir as desigualdades de género relativas à tecnologia digital e ao empreendedorismo, apoiando a Ação 13 (incentivar a participação das mulheres nas áreas CTEM – ciências tecnologia, engenharia e matemática) do Plano de Ação para a Educação Digital da Comissão Europeia.

A iniciativa desenvolveu-se numa plataforma de aprendizagem online, conhecida como “Circular Learning Space”, permitindo que os estudantes escolhessem entre diversos módulos de aprendizagem sobre vários tópicos, como por exemplo: resíduos eletrónicos, alterações climáticas, alimentação, robótica, entre outros. Esses módulos assentam numa abordagem de aprendizagem prática, que possibilita a transmissão de conhecimentos e competências através de uma estrutura interativa baseada na apresentação de desafios.

Três elementos da equipa da JAP vieram à escola e implementaram o programa, no auditório durante a Semana dos Direitos Humanos.

Por fim, foi desenvolvida uma competição em Kahoot com perguntas sobre as temáticas aprendidas na sessão.

O 1.º, 2.º e 3º lugares da competição tiveram, cada um, direito a um prémio de vale Fnac no valor de 20€.

11.º C e G visitam Igreja e Museu de S. Roque

Autora: Ana Baptista

No Largo Trindade Coelho, em Lisboa, deparamo-nos com a imponente e austera fachada da Igreja e Museu de S. Roque.

Na entrada, os alunos ocuparam um espaço amplo, de estrutura maneirista, mas é na combinação do mármore, da talha dourada, das telas e dos painéis de azulejo que os olhos curiosos encontram o ambiente cénico compatível com o estudo feito sobre Vieira e o “Sermão de Stº António aos Peixes”.

Para o André Correia, da turma C, “a ajuda da guia permitiu entrar na sociedade de Vieira, em termos de contexto histórico, de uma forma tão impactante que não é percetível ao comum visitante”.

Ver os impressionantes relicários, a igreja, a história, a arquitetura “é, sem dúvida, uma oportunidade muito positiva de aprender, que não é possível percecionar nos bancos da escola” Ana Tomaz 11.º G.

Social Innovation Camp by Banco Montepio

Autora: Ana Baptista.

Cinco alunos da turma F do 10.º ano, Beatriz Jesus, Inês Pires, Raquel Gomes, Sofia Ribeiro e Tiago Rodrigues participaram no Innovation Camp, promovido pela Junior Achievement Portugal, em parceria com o Banco Montepio.

Numa experiência online de aprendizagem intensiva de 2 dias, que combinou momentos de aprendizagem teórica, prática, mentoria e outras dinâmicas, pretendeu-se dar aos alunos do ensino secundário ferramentas para desenharem projetos que respondam a problemas identificados na comunidade e que tenham impacto positivo. Nesta edição participaram 9 escolas, pertencentes a 8 distritos, que trabalharam para identificar problemas na sua comunidade e criar soluções inovadoras e sustentáveis, com o suporte de 18 Mentores do Banco Montepio.

O grupo de alunos indicou um problema identificado na comunidade, enquadrado em, pelo menos, um dos objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Neste caso concreto, o grupo desenvolveu um projeto integrado no tema do PAA, relacionado com a limpeza do mar e das praias de Cascais.

No final, a equipa teve oportunidade de apresentar o seu projeto a um painel de júri.

No final, os alunos afirmaram que a experiência de trabalhar com colegas de outros distritos foi muito enriquecedora e os consultores da JAP ficaram muito agradados com o empenho dos alunos:

“O vosso empenho e a vossa dedicação foram fundamentais para o sucesso desta iniciativa. Estão todos de parabéns!”

Transformar a Educação: Dá voz às tuas ideias!

Autora: Luísa Sestelo, 11ºC

A turma 11ºC realizou um debate sobre as Tecnologias e a Educação, uma proposta da Rede de Bibliotecas Escolares, com o objetivo de facilitar a mobilização dos alunos, atividade dinamizada pelas professoras Ana Escudeiro e Ana Baptista.

Como viveram uma pandemia, os alunos focaram o tema das Tecnologias na Educação em 3 fases diferentes: durante a pandemia, momento atual e futuro, visto que a pandemia foi uma experiência de autoaprendizagem.

Todos os alunos referem ter usado os meios tecnológicos para manter o contacto social e atualmente pensam que o ensino à distância os aproximou dos professores.

Os alunos ficaram espantados com a capacidade argumentativa, organização (o debate foi moderado pelos alunos André Correia e Filipe Alves), participação e respeito demonstrados, mesmo tendo opiniões diferentes.

Apesar de a escola estar mais tecnológica, poderia ser ainda mais, por exemplo com a utilização de tablets em vez de papel.

Ficou claro que o papel do professor nunca poderá ser substituído a 100% e que os presentes preferem um sistema educacional mais atual (com base noutros sistemas educacionais europeus, em que as aulas são mais interativas e os trabalhos de projeto são um meio de aprendizagem comum.

Na verdade, a presença do professor em sala de aula revela-se insubstituível, pois nem todos os alunos têm o mesmo ritmo de aprendizagem e os robots não têm a componente humana (carinho e emoções).

No final da sessão, os alunos decidiram dinamizar mais uma sessão, intitulada “Energias do Futuro”, prevista para a Semana dos Direitos Humanos, no auditório.

Direito à Palavra

Autoras: Ana Baptista e Manuel Baptista. 

No passado mês de dezembro, os coordenadores do projeto Leituras sem Fronteiras envolveram os alunos do 11.º ano numa sessão pública em atividades de partilha de discursos, “Direito à Palavra”, envolvendo as turmas 11.º A, B, C e G, leituras que resultaram do estudo da obra de Padre António Vieira.

A sessão resultou de um trabalho interdisciplinar entre as disciplinas de Português e de Filosofia, nomeadamente com as professoras Dulce Mestre e Manuela Duarte. Doze alunos, escolhidos pelos colegas de turma, discursaram sobre os temas: Impactos da pandemia na Educação, Educação de Qualidade, Inteligência Artificial, Trabalho Infantil, Saúde Mental, Redes Sociais, Orientação e diversidade sexual, Meio Ambiente e Sustentabilidade e Aquecimento Global.

Com este projeto, pretende-se o desenvolvimento de atividades que estimulem e reforcem hábitos de leitura de textos literários, enquanto forma de o leitor “viajar”, “conhecer”, “refletir”, “questionar-se”, “relacionar-se” e “posicionar-se” perante os outros em diferentes temas, contextos e épocas, desenvolvendo, assim, nomeadamente, competências no âmbito da educação literária, da expressão oral e escrita.

A sessão esteve igualmente aberta à comunidade, nomeadamente, aos pais/EE.

Ficam alguns registos dos alunos envolvidos:

“Participar na sessão e partilhar o meu discurso sobre saúde mental com os meus colegas e professores e ter a oportunidade de praticar o poder de discursar foi uma experiência muito enriquecedora. Agradeço aos professores e aos meus colegas pela experiência.”

Ana Sofia, 11.º C

“Será interessante continuarmos a realizar este tipo de atividades inter-turmas porque desenvolve as aprendizagens de quem vai discursar e também de quem assiste”

Ana Tita, 11.º B

“Esta atividade gerou um bom momento de partilha de pontos de vista e soluções sobre assuntos da nossa atualidade, ampliando os nossos conhecimentos e incentivando a uma participação ativa na resolução dos mesmos”

Isis, 11.º B

Novembro: mês contra a violência

Durante o mês de novembro foram realizadas, pelo projeto PréVio, várias atividades de prevenção e sensibilização da violência em meio escolar: ações de sensibilização sobre bullying, com a Escola Segura e a animadora sociocultural, para alunos de 5.º ano, a construção da Árvore dos Afetos, que contou com a colaboração de vários professoras de 1.º ciclo do agrupamento, técnicos e as colaboradoras da ludoteca da Afonso do Paço, uma sessão informativa para encarregados de educação sobre Parentalidade Digital orientada pela Internet Segura e, por fim, a intervenção artística do 12.º G com orientação da professora São Saúde a propósito do Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres.

Sessão Primeiros passos com o Plickers

Autoras: Ana Maria Fontainhas e Aurora Fernandes. 

No passado dia 30 de novembro decorreu uma sessão presencial dinamizada pelas professoras Aurora Fernandes e Ana Fontainhas sobre a ferramenta digital Plickers.

A sessão foi dirigida aos professores do Agrupamento e desenrolou-se em três momentos:

demonstração das potencialidades do Plickers com aplicação de um questionário aos professores;

instalação da App no telemóvel e criação de turmas/questionários em simultâneo com os participantes, com recurso aos computadores disponíveis;

análise e recolha dos resultados em tempo real, através dos relatórios e Scoresheets disponíveis na aplicação.

A participação/envolvimento de todos foi uma constante, a dinâmica tornou-se interativa e o retorno dos participantes foi entusiástico, tendo estes manifestado vontade de aplicar as aprendizagens com as suas turmas.

No sentido de acompanhar/orientar o trabalho a consolidar por cada um foi, ainda, partilhado o tutorial Genially construído para a sessão, com o procedimento, passo a passo, disponível no classroom “AEP: Apoio ao Plano de Desenvolvimento Digital – PADDE“.

Aula de Taekwondo

Autora: Professora responsável, Sónia Costa. 

No dia 16 de novembro, a turma do 9°F, da Escola St António, teve o privilégio de contactar com uma arte marcial, o Taekwondo. 

A modalidade foi desenvolvida pelo instrutor do CNG, Pedro Valentim, durante a aula de Educação Física. Proporcionou aos alunos novos conhecimentos, como as regras impostas pela própria modalidade e as suas técnicas de combate. 

Taekwondo é uma arte marcial sul-coreana, de combate sem armas para defesa pessoal, envolvendo destreza no uso das mãos e punhos, de pontapés voadores, de esquivas e intercepções de golpes com as mãos, braços ou pés. 

Uma aula muito divertida e com muito empenho por parte dos alunos.