No dia 11 de maio realizou-se o Passeio Pedestre, à Pedra Amarela (Serra de Sintra), com a participação das turmas D e G do 12.º ano que foram acompanhadas pelos docentes, José Aguiar, Ana Lúcia Barbosa, Margarida Soares e Inês Silva Costa.
Este ano voltamos a sentir a sensação de liberdade e equilíbrio emocional que esta atividade nos proporciona.
Durante o passeio pedestre, todo o grupo se superou na entreajuda para a concretização final de chegar ao topo da Pedra Amarela.
Foi fundamental o apoio do Departamento de Desporto e Atividade Física da Câmara Municipal de Cascais que possibilitou o transporte de todo o grupo. Agradecemos à Empresa Cascais Ambiente e ao Parque Natural Sintra-Cascais pela permissão da utilização do percurso.
Eu, Francisco Gonçalo, e as minhas colegas Madalena e Rânia guiámos a visita dos/as colegas da turma H do 12.ºano à exposição sobre o Maestro Fernando Lopes- Graça, na biblioteca. A turma considerou a visita guiada esclarecedora e elucidativa pois permitiu conhecer melhor a vida e a obra do Maestro. Ficámos a saber que nasceu na cidade de Tomar a 17 de dezembro de 1906. Viveu na Parede entre 1960 a 1994, ano em que faleceu. Fernando Lopes Graça destacou-se como compositor, pianista, maestro, ensaísta, professor e escritor. Ainda hoje é considerado um dos maiores compositores e musicólogos portugueses. Destacou-se também na prosa literária, tendo colaborado como critico de música, nas revistas “Presença» e na “ Seara Nova” entre outras. O Maestro foi um opositor à ditadura e, por essa razão, foi perseguido pela polícia política, preso, impedido de lecionar e de publicar obras. Foi militante do Partido Comunista Português, partido que, na clandestinidade, combatia o regime. Fernando Lopes Graça doou o seu espólio à Câmara Municipal de Cascais. O espólio encontra-se, atualmente, no Museu de Música Portuguesa, no Monte Estoril. A Escola Básica e Secundária da Parede, fundada em 1981, adotou o Maestro como patrono, daí o nome de Escola Básica e Secundária Fernando Lopes-Graça. Depois da visita a esta exposição, visitámos ainda o mural pintado pelos alunos de Artes do 12.º ano, na sala do pavilhão E. Este mural proporcionou um momento de reflexão coletiva sobre o impacto do comportamento humano no ambiente. Francisco Gonçalo
A 18 de maio encerrámos as atividades da estufa. Agradecemos a todos os que colaboraram connosco, professores, alunos e funcionários, na aventura das plantas. Neste dia a comunidade escolar teve a ocasião de comprar um manjerico com uma quadra alusiva aos Santos Populares.
Todos os alunos do 4.º ano receberam um manjerico como despedida do 1.º ciclo e o mesmo aconteceu aos novos alunos ucranianos.
Com o produto das vendas vamos comprar alguns produtos para entregar ao supermercado social de Cascais.
Entretanto, se quiserem levar alguma planta para passar o verão convosco contactem-nos, na estufa, claro!
53 participantes, decidiram ajudar a promover os (bons) hábitos relativos à forma como tratamos os nossos dentes.
22 concorrentes do 2.º ciclo, corresponderam à média esperada por ano de escolaridade (12).
A forte colaboração da Profª. Celeste Santos, saldou-se no elevado número de participantes da Escola Básica de Santo António (40), e no envolvimento de outras docentes – dinamização nas turmas.
O Prof. Manuel Brum, com o seu traço característico, ilustrou as quadras premiadas.
O grande empenho dos elementos do júri, permitiu, no meio de tanta poesia, premiar algumas quadras – era um concurso!
Com o objetivo de responder ao pedido que nos dirigiu a ONGD Helpo, para colaborarmos na campanha de angariação de bens para pessoas refugiadas vindas da Ucrânia , que está a desenvolver em parceria com a Câmara Municipal de Cascais, no reabastecimento do Supermercado Social em Cascais, estamos a realizar nas escolas do Agrupamento uma recolha de donativos em bens alimentares, produtos de higiene e outros bens necessários.
A entrega dos bens pode ser feita na escola de Santo António, no átrio de acesso às salas de aula e na escola Fernando Lopes Graça, no átrio do pavilhão C.
No dia 27 de Abril, a Orq’Graça, orientada pela professora Leonor Mendinhos, voltou a atuar ao ar livre, durante o intervalo. Sob o tema dos Direitos e Liberdades, celebrados esta semana, os alunos tocaram e cantaram músicas de Zeca Afonso, The Beatles, Sting e The Cranberries. Mais uma vez os alunos estiveram muito empenhados e o Mini-Concerto foi um sucesso!
O 9.ºD participou num projeto de interação casa/escola, no qual os “pais” da turma contribuíram com a partilha de experiências sobre as suas profissões e caminhos percorridos. Em função das disponibilidades das famílias, a turma, de fevereiro a abril, foi surpreendida com visitas surpresa dos respetivos pais na aula de Cidadania e Desenvolvimento, a maioria presencialmente, outros fazendo-se representar por trabalhos por eles elaborados. Contribuíram para a construção de um portefólio digital, Padlet, sobre profissões, feito pelos alunos com informação sobre possíveis vias vocacionais para os seus percursos escolares. A interação foi diversificada e enriquecedora, todas as profissões apresentadas foram diferentes e várias áreas do conhecimento estiveram muito bem representadas.
No dia 22 de abril, a visita de estudo da turma D do 10.º ano ao Museu do Dinheiro, no âmbito da disciplina de Economia A, foi interessante. Aprendemos como evoluiu a moeda ao longo do tempo e o seu papel nas trocas.
A seguir à visita caminhámos até Santos, onde almoçámos juntos. Aí houve troca de ideias e convívio muito agradável.
No contexto da semana dos direitos e das liberdades os alunos tiveram oportunidade de dialogar com o jornalista Ricardo Cabral Fernandes sobre alguns assuntos relacionados com a informação transmitida por notícias. A sessão abordou a censura durante a época do estado novo e como, nos dias de hoje, podemos ser vítimas de censura ou de informação falsa/pouco verdadeira sem nos apercebermos, nomeadamente nas redes sociais. Os alunos, as professoras e o jornalista trocaram ideias sobre formas de evitar sermos enganados por sites e notícias com informação falsa ou manipuladora (como para favorecer um partido político) e sobre as fontes de informação mais confiáveis. Esta sessão foi bastante interessante e educativa visto que alertou os alunos e as professoras sobre os perigos das “fake news”, a desvalorização dos jornalistas pela sociedade e a manipulação das notícias e reportagens.