2.º e 3.º ciclo do Ensino Básico

Rua João de Barros
2775-208 PAREDE

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Localização: Latitude: 38º 43′ 31.4952” N; Longitude: 9º 19′ 59.5483” W (Coordenadas GPS)

A Escola Básica de Santo António-Parede volvidos mais de 40 anos de existência, pode ser considerada como marco de referência não só em termos de inovação didático-pedagógica pela implementação de projetos e experiências na área da integração e recuperação de alunos problemáticos e com dificuldades de aprendizagem, usando um conjunto variado de instrumentos e recursos, no estabelecimento de uma articulação com as escolas do 1º ciclo, criando pontes sequenciais sólidas entre os três ciclos, como também em termos de intervenção na vida comunitária na área da prevenção contra a droga, na educação para a cidadania, na saúde pública e na integração multicultural dos alunos existindo presentemente mais de meia centena crianças provenientes de vários países e diferentes culturas (Brasil, Angola, Guiné, Moldávia, Ucrânia, Perú, Roménia, Hungria, Holanda, Rússia, China, Cabo Verde, Bélgica, Bielo-Rússia e Bulgária).

Na escola existem dois protocolos com entidades privadas que possibilitam a existência do ensino articulado artístico da Dança (Escola de Dança Ana Mangericão) e do ensino articulado artístico de Música (Conservatório de Música de Cascais). Sendo estes cursos subsidiados pelo Ministério de Educação.

O lema desta Escola tem sido e continuará a ser para todos os alunos uma casa de cultura, uma casa de aprendizagem e uma casa de afetos.

Patrono

SANTO ANTÓNIO (Fernando de Bulhões)

1191, Lisboa – 1231, Camposiero

Segundo o biógrafo mais antigo, Fernando de Bulhões nasceu em Lisboa, “cidade situada nos confins da terra” junto à Sé no ano de 1191 ou 1192. Depois de ter iniciado a sua vida religiosa no Mosteiro de S. Vicente de Fora na Ordem dos Cónegos Regrantes de S. Agostinho pediu para ser transferido para a Casa-Mãe no Mosteiro de Santa Cruz em Coimbra o que concretizou com 17 anos de idade. Foi ordenado sacerdote em 1220.

Todavia, sempre sonhou em retirar-se para uma vida ainda mais simples e austera. Influenciado pelo contacto que teve com os futuros mártires franciscanos de Marrocos aquando da passagem destes por Coimbra a caminho de África, entrou para esta ordem no verão de 1220 sob o nome de António. Em novembro do mesmo ano partia com a missão de combater as heresias e evangelizar por todo o mundo.

Conta o milagre que, encontrando-se em Rimini e perante a apatia dos seus interlocutores, foi à costa do Adriático e começou a pregar aos peixes dizendo: “Ouvi a palavra de Deus vós peixes do mar e do rio, já que a não querem escutar os infiéis hereges”. Uma grande quantidade de peixes mostraram as suas cabeças fora de água perante a estupefação das pessoas que o ouviam, advindo daí inúmeras conversões.

Depois de percorrer diversos estados e países ocidentais instalou-se em Pádua onde se dedicou a elaborar sermões para os Domingos, festas e principais dias santos nunca abandonando o estudo intensivo e profundo das Sagradas Escrituras e de tudo o que dissesse respeito à Igreja de Jesus Cristo.

No dia 13 de junho de 1231 morreu em Camposiero.

Dada a sua popularidade e à atribuição de numerosos milagres, o Papa Gregório IX proclamou-o Santo quando ainda não tinha decorrido um ano após a sua morte ( uma das pessoas que mais rapidamente foram canonizadas). O mesmo Papa concedeu-lhe a missa de Doutor e no dia 16 de janeiro de 1946, Pio XII, proclamou-o Doutor Evangélico.

Santo António é o maior santo português – em 1934 foi declarado padroeiro de Portugal – e, a seguir a S. Francisco de Assis, o franciscano de maior relevo. É evocado como o santo que ressuscita os mortos, que cura as enfermidades, que assegura e multiplica as provisões, que vela pela felicidade do matrimónio, que encontra as coisas perdidas e que fala com o Menino Jesus.